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Marcas do Passado - 1° Capitulo



Jake POV'



__ E aí galera! -cumprimentei a todos quando cheguei ao colégio. Hoje começa o primeiro semestre de aulas. E isso é uma droga! Mas pelo menos eu teria minha galera: Edward, Emmett, Bella e Alice. Somos todos amigos desde a infância.

__E aí Jake. -Edward me cumprimentou.

__Estavam conversando sobre o quê? – perguntei curioso.

__Nada de mais gato. - falou Victória em um meio sorriso.

__Estávamos fazendo uma aposta. -Bella falou sorrindo.

__Apostando o quê?

__Sobre o novo integrante da FHS. – respondeu sorrindo. __Emmett, Alice e eu achamos que é uma garota. Edward e Victória acham que é um cara. E você? Quer participar? Cada um ta apostando 100 dólares.

__100 dólares? Claro que eu quero. – peguei o dinheiro na carteira.

__Sua sugestão?

__Eu acho que é um homem. Mas bem que eu queria que fosse mulher. – sorri malicioso.

__Ok. Apostas feitas. -Bella pegou o dinheiro. Agora é só esperar uma cara nova aparecer na escola.


[...]


Ficamos cerca de dez minutos mais no estacionamento, até que um carro espetacular, mas precisamente um Lamborghini preto apareceu tentando achar uma vaga. Tinha uma vaga livre ao lado do Volvo do Edward, que era onde nós estávamos parados, e o meu carro estava umas duas vagas depois do dele.


__Já ganhamos. -Edward falou sorridente.

__Quem te garante isso Edward? -Alice perguntou.

__Mulheres não comprariam um carro desses. Lamborghini preto? -falou. __Não mesmo.

__É isso aí. -Victória falou. __Se fosse mulher teria comprado um Mini Cooper, ou um carro mais... feminino.

__Isso não tem nada haver. - Bella falou. __Alice tem um Porshe.

__E o Porshe dela é amarelo. – falei. __Mulheres não compram carros esportes preto. Podem até comprar um carro esporte, mas de uma cor mais feminina.

__Então vamos esperar pra ver o que é? – Bella falou.


Esperamos pacientemente pra saber quem sairia do carro, até que a porta foi aberta.

MEU DEUS!

Meus olhos não podiam acreditar. Que mulher maravilhosa era aquela? Vestida toda de preto... muito sexy.

Eu preciso conhecer essa garota. De qualquer jeito .



Leah POV'

Eu estava me sentindo um sanduíche na área mais pobre da África. Também... eu era a carne nova do pedaço.

Apesar dos olhares não me intimidarem nenhum pouco, eu não gosto de Toda esta Atenção. Principalmente dos homens. Sempre a mesma coisa... desejo. Qual é? Corta essa e muda o disco!

Aposto que eu até sei o pensamento deles: eu tenho que pegar essa antes dos outros.

Típico dos idiotas.

Dei poucos passos, até que cheguei perto de um grupo de alunos. Eu ia ignorá-los totalmente, mas aí ouvi algo que me fez parar.

__Ganhamos a aposta! - ouvi uma baixinha dizer de forma alegre. Eles estavam fazendo aposta comigo?

Andei até eles e encarei a todos de forma bem séria. E depois perguntei à baixinha:

__Por um acaso essa aposta me envolve?

__Não é nada demais garota. – a ruiva respondeu. Olhei pra ela com raiva.

__Eu não falei com você coisa estranha. Portanto, cala a porra da boca.

__E se eu não quiser? – desafiou-me. Arqueei uma sobrancelha.

__Se não quiser, eu te obrigo.

__Opa! Ok. Vamos parar por aqui. – um moreno alto falou. __Ninguém está querendo briga. E sim, a aposta te envolve. Mas é coisa boba, alguns apostaram que o novo integrante do colégio era homem, e outros apostaram que era mulher. Só isso.

__Só isso? – perguntei com sarcasmo. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, um garoto chegou me puxando pelo braço, fazendo-me encará-lo.

__E aí gata! -deu um sorriso nojento. __Meu nome é Brian Garder, prazer. -passou o dedo no meu queixo. __Quer que eu te mostre o colégio?

__Não preciso de guia. Sou inteligente o bastante pra andar por essa escola sozinha.

__Qual é gatinha... deixa que eu te mostro tudo. Pode ser bem interessante. – sorriu de canto.

__Dispenso sua companhia.

__Que isso morena. – falou chegando mais perto. __A gente pode se dar muito bem. – falou quase me beijando.

__Escuta garoto... -olhei pra ele sem um pingo de paciência. __ ... eu não tenho vocação pra babá.

__Eu não sou criança. E se quiser posso te mostrar meu material pra provar o que estou dizendo.

__Foi mal, mas deixei minha lupa em casa. – ouvi risadas atrás de mim.

__Lupa? Vem comigo que eu te mostro o homem que sou. – falou com raiva visível.

__Um cara que se masturba enquanto lê revistinha de mangá pornô pra mim não é homem.

__Eu vou provar pra você... – segurou meus braços.

Se ele achou que eu não sabia me defender, enganou-se.

Dei uma cabeçada na testa dele, o que fez com que se afastasse um pouco zonzo. Sacudiu a cabeça tentando pôr os pensamentos em ordem. Mas antes que isso acontecesse, me aproximei dele e o segurei pela cabeça, fazendo com que se encurvasse pra frente enquanto eu elevava minha perna dando-lhe uma joelhada na cara.

Quando eu o soltei, ele estava com o nariz sangrando. Provavelmente quebrado.

Não me dando por vencida, me aproximei de novo e segurei pelos cabelos da nuca, fazendo sua cabeça se curvar pra trás, e então lhe dei um soco forte, que o machucou ainda mais graças aos anéis que eu usava.

E então ele caiu no chão. Desacordado.

__Nunca subestime o meu potencial. – falei por entre dentes.

Os amigos dele que ficaram parados durante todo o tempo o levaram daqui.

__Isso foi demais. – falou a baixinha do cabelo curto.

__Você é muito burra isso sim. – a ruiva falou. __Aquele é um dos caras mais cobiçados da escola, e ele escolhe a dedo as garotas. A maioria das meninas daqui morreria pra ter uma chance com ele. Ele te escolhe e você bate nele.

__Eu não faço parte da maioria. E nem que implorasse de joelhos eu sairia com ele.

__Você não sabe escolher. – a ruiva riu sem humor.

__Errado. Justamente por saber escolher que não aceitei. Depois de provar o melhor, eu não aceito qualquer coisa.

E saí dali sem dar chance de mais alguém falar alguma coisa.
Fui na secretaria, peguei meus horários e fui pra minha primeira aula, trigonometria.

A aula foi um porre total, e as que se seguiram também. Não prestei muita atenção em nada. Estava tudo muito entediante. Eu queria bater nos professores e em alguns alunos. Pra falar a verdade, não me importaria em levar suspensão no primeiro dia de aula.

Eu devia ter trazido uma garrafa de vodka. Só bêbada mesmo pra agüentar um lugar tão chato como esse.

Nota Mental: encher a cara antes de vir pra escola.

Antes que eu enfiasse uma caneta no meu olho, o sinal tocou indicando que era hora do intervalo.

Fui para o refeitório e sentei-me sozinha, como de costume em toda a minha vida. Não iria comer nada. Não estava com fome, então, peguei meu diário, e ia começar a escrever, quando aquela baixinha apareceu do meu lado.


__Não precisa se preocupar, eu não li nada. – falou quando olhei pra ela.

__Eu ainda não tinha escrito nada.

__Que bom então. – sorriu. __Sou Alice Cullen, prazer. -esticou a mão e eu apertei.

__Leah Clearwater. -falei sem nenhum pingo de emoção.

__Então, eu queria te chamar pra se sentar com a gente.

__Não. – respondi de pronto.

__Por favor. – falou manhosa.

__Prefiro ficar sozinha. -tentei ser educada.

__Tudo bem, não vou insistir. Posso me sentar com você? – eu queria dizer que não. Mas não conseguia. O jeito dela... me lembrava tanto a ela.

__Claro. – não consegui negar. Sentou-se sorrindo.

__E então Leah, de onde você veio?

__Itália.

__De que lugar da Itália?

__Verona.

__Aiin que tudo! – falou empolgada. __Lá deve ser lindo. Sempre quis conhecer Verona. – sorriu.

__Lá é muito bom sim.

__Então por que saiu de lá?

__Estava enjoada. Tudo lá já estava cansativo, festas, baladas, garotos... tudo.

__Se cansou dos gatinhos italianos? Não acredito nisso.

__Dependendo da pessoa, me canso rápido.

__E os seus amigos? Por que... se você se cansa rápido das pessoas, como consegue ter amigos?

__Não tenho amigos. Tenho pessoas com quem converso, pessoas com quem saio, pessoas com quem gosto de me divertir, mas não tenho amigos.

__E por que não? – perguntou com cautela.

__Por opção. Não existem pessoas capazes de serem amigos leais. Que te apóiem e estejam ao seu lado em qualquer situação e em qualquer lugar independentemente da condição em que você esteja.

__É claro que existe.

__Me diga um. -pedi.

__Eu. – falou firme. __Sou o tipo de pessoa que se pode contar em qualquer momento.

__Sei... – fingi que acreditei.

__É verdade. E eu vou te provar. – sorriu.

__Como?

__A partir de hoje, eu vou ser sua amiga. – sorriu abertamente.

__Quero só ver se você vai conseguir.

__Por que está dizendo isso?

__Porque não costumo ser um amor de pessoa. Pra falar a verdade, eu sou arrogante, prepotente, debochada e sarcástica. Mas... hoje eu não pareço ser assim porque estou no que podemos chamar de tédio crônico. Ainda não achei nada de interessante pra fazer nessa cidade. Estava pensando em bater em um dos professores, mas sou maior de idade e isso me daria pelo menos três meses de prisão domiciliar. Então mudei de idéia. – dei de ombros. __Estava pensando em fugir do colégio, comprar umas duas garrafas de vodka e depois pular nua do penhasco. Deve ser legal. – ela arregalou os olhos.

__Ta brincando né?

__Não. – falei séria. __Acho que vou embora agora. Esse colégio está um verdadeiro saco! -peguei minhas coisas e sai.


Jake POV'

Queria saber o que a baixinha estava conversando com a novata, mas controlei minha curiosidade e fiquei quieto. Mas depois quando a vi pegar a mochila e ir embora, minha curiosidade foi lá no topo.

O que será que a Alice fez pra que ela fosse embora?

Depois que a novata - a qual não sei o nome, mas pretendo descobrir - foi embora, Alice voltou pra nossa mesa.

__O que aconteceu Alice? - Bella perguntou.

__Ela é estranha. -falou. __Mas eu gostei dela. -sorriu.

__Como você pode gostar de uma pessoa estranha? -Emmett perguntou.

__Você é estranho e eu gosto de você. -falou fazendo todos rirem.

__Obrigado pela parte que me toca. -fingiu-se de ofendido.

__Qual é o nome dela Alice? -perguntei.

__Leah Clearwater.

__E o que aconteceu pra ela ir embora?

__Ela disse que estava entediada e que tinha pensado em bater em um professor, mas lembrou que é maior de idade e ela podia ser presa, aí desistiu. Então disse que ia fugir do colégio, comprar vodka e pular nua do penhasco.

__Ela estava zoando não é? -Bella perguntou.

__Perguntei a mesma coisa a ela, e disse que não.

__Essa garota é doida? -Edward perguntou com o cenho franzido.

__Não sei. -Alice respondeu. __Mas ela falou que eu não ia agüentar ser amiga dela, já que ela é arrogante, prepotente, debochada e sarcástica.

__Será que isso é verdade? -perguntei.

__Sinceramente não tenho idéia. -falou. __Mas... pensa comigo, por que ela falaria coisas ruins a respeito dela se não fosse verdade?

__É... você tem razão.


Será que ela é assim mesmo, ou só falou isso pra se livrar da Alice?

Bom... seja lá como é o jeito dela, mais dia menos dia eu vou descobrir.

As aulas foram incrivelmente chatas. Aquela garota tinha razão quando disse que queria bater em um professor, eles me dão nos nervos. Mas felizmente e pro bem da minha sanidade as aulas do dia chegaram ao fim.

Dirigi calmamente de volta pra casa, e quando estacionei vi o carro do meu pai.

Mas o que ele estava fazendo em casa a essa hora? Ele devia estar no trabalho. E ele é muito rigoroso quando o assunto é o emprego dele.

Desci do carro e entrei em casa.

__Pai? Pai você está aí?

__No quarto filho. -gritou lá do segundo andar. Subi as escadas e entrei no quarto dele. Estava revirando o guarda roupas.

__O que você está fazendo pai? -perguntei tentando entender que parte da situação eu perdi.

__Tentando escolher uma roupa bem bacana. Uma roupa que diga: não sou um velho tarado, mas sei seduzir muito bem. – ri do que ele falou.

__E pra que isso? – sentei-me em sua cama. __Se você falar a ocasião posso até te ajudar.

__Vou a um jantar. -sorriu. __Lembra que eu disse a você que estava namorando?

__Lembro. A tal dama misteriosa, certo?

__Ela mesma. Veio morar na cidade e me convidou pra jantar com ela.

__E quando é que você vai nos apresentar? Queria muito saber quem é a mulher maravilhosa que colocou esse sorriso de adolescente apaixonado no seu rosto.

__Bom filho, ela tem uma filha, e queria que fosse um jantar em família. Ela pediu pra eu levar você.

__Opa! Ela tem uma filha? – sorri. __Se a filha dela for bonita acho que vou adorar o jantar.

__Pára com essa malícia Jacob Black.

__Como é o nome delas?

__Sue e Leah Clearwater.
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Marcas do Passado - Prologo



#Prologo  - Maldito Diário#
Leah POV'
Maldito Diário,
Sonho com o dia em que poderei te chamar de querido. Com o dia em que compartilharei contigo coisas boas e felizes. Mas infelizmente, você só me serve pra relatar minhas dores e tristezas.
Normalmente as pessoas escrevem seus sonhos, seus amores, algumas tristezas, mas na maioria das vezes, apenas coisas banais de vidinha de adolescente normal.
Normal...
Quando eu vou ser normal? Quando eu vou ser uma adolescente normal?
NUNCA!
Essa é a resposta. Porque não tem como eu ser uma adolescente normal tendo vivido tudo que vivi. Porque todas as lembranças do meu passado me assombram até em sonho. Toda a dor que passei, tudo que senti, tudo que vivi... é tudo tão intenso. Não tem como esquecer. Não tem como fingir que não existiu.
Eu só queria sumir. Esquecer de tudo e de todos. Talvez essa fosse à melhor solução. Mas quem disse que é possível apagar as lembranças ruins.
Rá! Se eu fosse apagar as lembranças ruins, simplesmente eu não teria lembranças, porque sinceramente, não consigo me lembrar de algo bom que tenha acontecido na minha vida.
Dos meus cinco anos de idade em diante, a minha vida inteira foi apenas dor e sofrimento. E tudo isso contribuiu pra que eu me tornasse essa pessoa solitária e triste que sou hoje, e principalmente, cheia de ódio, rancor e amargura. Se me perguntassem quem eu mais odeio nesse mundo, certamente minha resposta seria de pronto: meus pais. Felizmente Harry já está morto. Mas Sue, continua aqui pra me perturbar. E vocês não têm idéia do quanto eu a odeio.
Eu queria amar alguém. Mas ninguém seria capaz de me amar. Não eu sendo tão fechada e esquisita. E principalmente, porque eu jamais teria coragem de contar a alguém sobre o meu passado.
Bom, a gente se despede aqui diário.
Até mais, seu maldito!
Fechei o diário e o coloquei dentro da minha mochila. Eu já estava devidamente vestida pra ir ao meu primeiro dia no inferno chamado escola.
Forks Hight Scholl...
A única instituição da cidade. Que decadência. Logo eu, Leah Clearwater que já morei em Los Angeles, New York, Nova Orleans e Verona, agora estou morando aqui... em Forks. O fim do mundo.
Mas, talvez, só talvez, essa pode ter sido uma boa escolha. Talvez aqui, nessa cidade pequena, eu consiga ter uma vida de verdade com duas coisas que jamais tive: amigos e quem sabe um namorado.
Não que eu vá fazer esforço pra ter amigos. Porque pra fazer amigos, é preciso aproximação, e aproximação leva a intimidade, e intimidade leva a compartilhar segredos, e eu não costumo compartilhar segredos com ninguém.
Mas... vou tentar ser cordial, paciente e menos agressiva caso alguém venha falar comigo.
Ahhh fala sério!
O que eu estou pensando? Amigos? Namorado?
Eu devo ter bebido e nem percebi. Tentar fazer amigos e tentar ter um namorado é pura perda de tempo. Seria muito egoísmo de minha parte envolver pessoas alegres em minha triste, solitária e maldita vida.
__Leah, querida, vai se atrasar pra escola. -ouvi Sue gritar e revirei os olhos. Peguei minha mochila e desci as escadas, fui pra cozinha e Sue estava lá. __Bom dia querida! -sorriu.
__Não vejo nada de bom nesse dia ridículo e nublado. -o sorriso dela morreu. __E pare de me chamar de querida, sabe bem que eu te odeio.
__Não fale assim. -repreendeu-me. __Sou sua mãe.
__Você está morta! -ralhei. __E eu te odeio. Sempre e pra sempre.
__Não devia falar assim comigo. - baixou a cabeça. __Você devia me obedecer e respeitar.
__Obedecer e respeitar... -falei com deboche. __ ... não sei porque. Você mora de favor na minha casa. -dei uma mordida na maçã que peguei.
__Essa casa também é minha.
__Ah jura? - fui sarcástica. __Achei que EU tinha comprado a casa. E achei que a casa estivesse no meu nome.
__Tudo que é seu é meu. -me desafiou.
__Engana-se. Tudo que é meu é meu. E tudo que é seu, é meu também. Porque tudo que você tem é comprado com meu dinheiro. Suas roupas, seus sapatos, seus perfumes... sou eu quem pago mesada pra você Sue. Aparentemente, nós invertemos os papéis. -ela finalmente calou a boca. Quem ela acha que é?
__Não vou discutir com você.
__E nem deve. Seria uma luta perdida pra você.
__Leah você só tem 18 anos!
__E sou mais mulher do que você. -peguei as chaves do meu carro e sai.
Fui pra garagem, entrei no meu Lamborghini e dei partida.

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